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'Professor' e 'Zé' lideram lista de apelidos de candidatos nas urnas eletrônicas 

G1

http://g1.globo.com/Eleicoes2008/0,,MUL775712-15693,00-PROFESSOR+E+ZE+LIDERAM+LISTA+DE+APELIDOS+DE+CANDIDATOS+NAS+URNAS+ELETRONICA.html
27/09/08 - 12h10 - Atualizado em 27/09/08 - 12h10

Mais de 10,5 mil usam 'Professor' no nome de urna. 'Zés' são 8,5 mil.
'Lula', 'Pelé', 'Zico', 'Barack Obama' e 'Bin Laden' também aparecem.
Dani Blaschkauer Do G1, em São Paulo

"Professor" ou "professora" serão os "apelidos" que aparecerão com mais freqüência nas urnas eletrônicas pelo país na eleição do próximo dia 5 de outubro.

Segundo a lista de candidatos inscritos do Tribunal Superior Eleitoral, são mais de 10,5 mil que se apresentarão aos eleitores com esse tipo de qualificação antes do nome, dentre os cerca de 375 mil candidatos inscritos em todo o Brasil.

Os "Zés" estão em segundo lugar, com cerca de 8,5 mil. Patentes militares também aparecem no topo dos mais utilizados. "Sargentos" são mais de 650, "Tenentes" e "Sub-tenentes", mais de 160. Frequentarão ainda as urnas eletrônicas "Abacaxi", "Zebra" e "Melancia".

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) permite que os candidatos escolham o nome de urna que desejarem, mas com algumas restrições. A Justiça Eleitoral normalmente indefere os nomes que considera ‘ridículos’ ou que atentem contra o pudor. Também são vetados os casos em que se tente utilizar nomes de instituições públicas, como por exemplo: ‘José dos Correios’ ou ‘João da Petrobras’.

“O nome ou apelido a constar na urna de votação é deferido desde que não constitua identificação existente de administração pública, empresa ou instituição de caráter público ou, ainda, que atente contra o pudor, seja ridículo ou irreverente ou estabeleça dúvida quanto à identidade do pleiteante a cargo público eletivo", diz texto do TSE.

Para o especialista em marketing e presidente da Associação Brasileira de Consultores Políticos, Carlos Manhanelli, o apelido só é bem-vindo em uma circunstância.
“Se o apelido vem da infância, já é algo que agrega, tudo bem. Há casos de candidatos que foram eleitos justamente porque só eram conhecidos pelo apelido”, afirmou. “Mas quando é só uma jogada política, um apelido criado só para campanha, não funciona”, completou.
Políticos

Pelo Brasil, há candidatos que levam nos apelidos o nome de outros políticos. Os "Lula" são mais de 170. Em 70 casos, os candidatos registraram o apelido de "Vereador".

Os apelidos de candidatos também copiam nomes da política internacional. Há dois candidatos registrados como "Barack Obama" e outros seis que usam como nome de urna "Bin Laden", um dos terroristas mais procurados do planeta.

No esporte, "Pelé" é o primeiro, com cerca de 170 registros, incluindo a versão "Pelezinho". "Zico" vem logo atrás, com pouco mais de 100. Há ainda "Tafarel" e "Zagallo" (aproximadamente dez cada um) e até mesmo dois que aparecem como o algoz brasileiro em Copas do Mundo: "Zidane". "Dunga" e "Maguila" são mais de 40 e "Tyson", um.

No segmento religioso, "Pastor" ou "Pastora" são mais de 1,9 mil. Há ainda 65 "Bispos" e 130 "Padres".
No mundo das celebridades ou do entretenimento, 12 se intitulam "Faustão". "Xuxa" são 30 e "Tiririca" e "Palhaço", 25. Também há registro de 15 "Pinóquios".

Família e bichos
Entre familiares, "Tia" ou "Tiazinha" são mais de 500. Já "Tio" ou "Tiozinho", mais de 300. "Mãe", "Vó", "Vô", mais de 40.

De gêneros alimentícios, a lista reúne "Feijão", "Arroz" e "Macarrão". Dentre os que recorreram a nomes de insetos, há os que adotaram "Barata", "Mosquito" e "Abelha". Entre outros animais, os eleitores encontrarão os candidatos "Zebra", "Burro", "Boi" e "Vaca".

 

Velhas táticas de campanha continuam

DIÁRIO DO GRANDE ABC – POLÍTICA

http://politica.dgabc.com.br/default.asp?pt=secao&pg=detalhe&c=8&id=10577

domingo, 15 de junho de 2008, 07:00

Rita Donato
Do Diário do Grande ABC
Domingo 15 de Julho de 2008

Caminhadas, comícios, reuniões em bairros, distribuição de santinhos pessoalmente, parada para um cafezinho na padaria ou para um pastel na feira da periferia. Em plena era digital, os políticos não abandonaram as antigas táticas de campanha para aderir às novas tecnologias por um motivo simples: as técnicas usuais, não ultrapassadas, são fundamentais para garantir a vitória nas urnas.

O especialista em marketing político e presidente da ABCOP (Associação Brasileira dos Consultores Políticos e Assessores Eleitorais), Carlos Manhanelli, garante que os "velhos truques" nunca sairão de cena. "As formas antigas de se fazer campanha nunca desaparecerão. O contato físico é fundamental, independentemente do rádio ou da TV. Por esse motivo, políticos mais experientes sempre ganham a eleição", observa.

Segundo o marquetólogo, a internet não pode ser considerada veículo de comunicação de massa, portanto, não é essencial na divulgação do nome do candidato. "O ideal é unir as duas linguagens (táticas antigas e atuais), mas a internet é um meio elitista, serve apenas para militantes partidários ou já eleitores. Nenhum pobre, que precisa acessar a internet da lan house, vai pagar uma hora para ver propaganda política", pondera o especialista.

CANDIDATOS MARCANTES - Pioneiro em estratégias para aumentar o número de eleitores, o ex-presidente Jânio Quadros entrou para a história por popularizar as caminhadas e encontros com a população de baixa renda. Entre os truques, não faltava o sanduíche de mortadela que tirava de dentro do paletó, os sapatos trocados e o talco na roupa, para dizer que tinha caspa.

A tática, a qual Manhanelli caracteriza como "política do teatro", não perdurou. "A diferença é que a enganação não funciona mais. O que existe hoje é o respeito às tradições. Dependendo da região, os candidatos vestem-se a caráter, se necessário usam quimono, chapéu de couro etc."

Atualmente, o desafio dos marquetólogos é atrelar a imagem dos candidatos às figuras do "herói, homem simples, grande pai ou líder charmoso". "Um sociólogo francês publicou um estudo afirmando que tais conceitos se consagram nos países democráticos. Uma vez que já sabemos o que o eleitor espera de um candidato, fica mais fácil trabalhar uma imagem já percebida pelo eleitor", afirma o especialista.

O ex-chefe de Estado Getúlio Vargas se encaixa no perfil do grande pai. "Ele usava o populismo através das ações trabalhistas", conta Manhanelli. "Juscelino Kubitschek era o sedutor, o líder charme. Fernando Collor de Mello se apresentava como marajá, que lutava caratê, ele era a imagem do herói e quando partiu para a campanha reforçou a imagem."

O presidente Lula representa a imagem do povo brasileiro. Isso explica sua reeleição. "É a figura do homem simples, que emergiu da classe trabalhadora, ele se caracteriza como uma pessoa capaz de entender os problemas da população."

Prefeituráveis apostam nas antigas estratégias
Os principais pré-candidatos à sucessão das sete cidades do Grande ABC são unânimes ao afirmar que não deixarão de lado as "táticas de guerra" nas eleições de outubro.

Com uma experiência política de mais de 40 anos, o prefeiturável de Santo André Newton Brandão (PSDB), candidato a prefeito pela primeira vez em 1967, aposta no contato com os eleitores. "Vamos ir de casa em casa, fazer as caminhadas." Mas o médico afirma estar antenado às novas tecnologias.

Novato na eleição majoritária andreense, o deputado estadual Vanderlei Siraque (PT) também assegura apostar nas duas linguagens. "É uma soma de fatores. A preferência é apresentar propostas e falar com a sociedade por diversos meios de comunicação. Particularmente, tenho trabalhado na rua há 20 anos, mas a internet veio para ajudar. "

Os pré-candidatos mais jovens da região, deputados estaduais Alex Manente (PPS) e Orlando Morando (PSDB), disputarão o Paço de São Bernardo. Adeptos da tecnologia digital, os rivais insistem nas técnicas tradicionais.

"O contato direto com o eleitor é a possibilidade de apresentar as propostas. É fundamental", avalia Manente. "A internet está cheia de restrição, representa a modernidade, mas não se compara ao contato direto", completa Morando.

A realidade é a mesma em São Caetano: apresentar o projeto direto aos eleitores é a melhor tática. "Vamos fazer comícios, caminhadas e passar pelos principais colégios. Essas ainda são as formas mais eficientes para se conversar com a população", considera o petista Jayme Tortorello.

Pré-candidato à reeleição, José Auricchio Júnior (PTB) tem o mesmo posicionamento do adversário. "A aproximação com o eleitor, o contato verbal, andar pelas ruas são as melhores formas de transmitir a mensagem ao morador."

Em Diadema, o candidato Mário Reali (PT), também manterá a visita porta a porta, reuniões com lideranças e carro de som, "táticas que sempre funcionaram e são fundamentais durante a campanha".
Um dos prefeituráveis de Mauá, Francisco Carneiro, o Chiquinho do Zaíra (PSB), compartilha da mesma opinião. "Os meios tradicionais que ganham a campanha."

Em Ribeirão Pires, Clóvis Volpi (PV) tentará a reeleição fazendo a tradicional campanha de rua. "O olho no olho, o aperto de mão e a conversa aumentam a confiança. Desde que me tornei político, em 1982, faço este tipo de campanha."

O prefeito de Rio Grande da Serra, que tentará a reeleição, Adler Kiko Teixeira (PSDB), segue o mesmo discurso. "O contato pessoal, principalmente em cidades menores, é a forma mais direta de atingir o eleitor."

 

Deputados querem que TSE retire resolução que restringe campanha eleitoral pela Internet

UOL
http://eleicoes.uol.com.br/2008/ultnot/2008/07/01/ult6120u9.jhtm
01/07/2008 - 19h29

Claudia Andrade
Em Brasília
Em audiência pública realizada nesta terça-feira na Câmara dos Deputados, os parlamentares da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática defenderam a anulação da resolução do Tribunal Superior Eleitoral que restringe a campanha política pela Internet. Os deputados consideraram a decisão do TSE "um erro".

"Temos que pedir que o Tribunal retire essa resolução, que corrija o erro que está cometendo e a dúvida que está causando na sociedade brasileira. Ele está causando uma insegurança enorme no meio digital e não lhe cabe fazer isso", disse o deputado Julio Semeghini (PSDB-SP).
O deputado afirmou que vai solicitar uma audiência dos integrantes da comissão com o ministro Carlos Ayres Britto, presidente do TSE. No encontro, os parlamentares devem pedir a revogação da norma no que se refere ao uso da Internet.

Pela resolução 22.718, de fevereiro deste ano, o TSE restringiu o uso da rede mundial de computadores somente à página do candidato "destinada exclusivamente à campanha eleitoral". O capítulo IV prevê ainda que os domínios registrados com a terminação can.br "serão automaticamente cancelados após a votação". Com isso, a criação de blogs, envio de e-mails e veiculação de vídeos, entre outras ferramentas da Internet, ficariam proibidos.

"É preciso que o Tribunal entre em sintonia com o Congresso e saiba que a gente não quer uma legislação que restrinja o uso da Internet. Nos últimos anos, esta comissão rejeitou mais de 100 projetos de lei que tentam cercear o uso da Internet", acrescentou Semeghini.
Para o deputado Jorge Bittar (PT-RJ), a decisão do TSE é "fruto do desconhecimento do meio Internet". "É inaceitável que o TSE aja desta forma. Deveríamos ter uso livre da Internet, que é um meio público."
Bittar é um dos autores do projeto de lei 3521/08, que modifica a lei eleitoral. Apresentada à Mesa da Câmara no início de junho, a proposta traz "mecanismos liberalizantes", segundo a definição do seu autor. Na justificativa da proposta, os parlamentares defendem que "o uso da Internet, como meio de comunicação de baixo custo, possibilita o engajamento cívico e o debate político. (...) Quanto mais livre e irrestrito o uso, melhor para o debate e para a interação entre as pessoas em uma democracia."
Candidatos "com medo"

Convidado para o debate, o presidente da Associação Brasileira de Consultores Políticos (Abcop) afirmou que "os candidatos estão com medo da Internet". Segundo Carlos Manhanelli, os candidatos estão "sem chão".

"Até para dar entrevista para a Internet estão com medo, porque se criar uma notícia na Internet, pode ser visto como propaganda. Eu administro 12 campanhas eleitorais e estou recomendando, em todas elas, a não fazerem nada na Internet", ressaltou, acrescentando que a rede mundial de computadores "não pode ter o mesmo tratamento das emissoras de rádio e TV, que são concessões públicas e por isso estão sujeitas a restrições".

Para ele, o judiciário não é feito para legislar e não deveria fazê-lo. "Principalmente na área eleitoral. Primeiro porque não compete a ele fazer isso. Segundo, porque está causando uma confusão enorme", opinou.

O pesquisador do Instituto de Ciências Políticas da UnB (Universidade de Brasília) Francisco Brandão destacou que "a campanha eleitoral pela Internet está muito no início para ter uma legislação restritiva." Em sua opinião, a decisão do Tribunal "está limitando um mundo que tem muito mais possibilidades do que outros meios de comunicação."

O presidente do portal iG, Caio Túlio Costa, afirmou que a resolução do TSE, além de prejudicar eleitores e candidatos, por limitar o acesso à informação, também afeta os portais, que, como empresas privadas, perdem os recursos que seriam conseguidos com propaganda eleitoral.
Internet ainda é pouco utilizada.

Em sua apresentação durante a audiência pública, Brandão apresentou dados de uma pesquisa realizada pelo núcleo de tecnologia, informação e comunicação da UnB apontando que o uso da Internet nas eleições ainda está engatinhando. Nas eleições federais e estaduais, o número de candidatos conectados aumentou de 3,2% para 14,5% entre 2002 e 2006, mas ainda está longe da população com acesso à Internet, que saltou de 10,1% para 27,3% no mesmo período.

"Nas eleições municipais, o uso da Internet é mais baixo porque, se a base distrital é menor, o contato é feito diretamente com o eleitor", explicou. Pelo mesmo motivo, o percentual de candidatos com página na Internet é maior nos casos de eleições presidenciais: 62,5% em 2006. Na última disputa para governador, 43% dos candidatos estavam na rede, enquanto apenas 12,1% dos deputados federais tinham páginas pessoais na Internet.


CCTCI vai debater uso da internet em campanha eleitoral

http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=14535&sid=4

:: Da redação*
:: Convergência Digital :: 23/06/2008

A poucos dias do início oficial da campanha para as eleições municipais de 2008 (liberada a partir de 6 de julho), ainda são muitas as dúvidas sobre a regulamentação da divulgação de propaganda eleitoral por meio de sistemas de comunicação, entre eles, a Internet.

Para tentar esclarecer algumas dessas questões e debater como deve ser o uso da rede mundial de computadores durante a campanha para as eleições municipais, a Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática vai realizar no próximo dia 1º de julho, uma audiência pública sobre o assunto.

Segundo o presidente da Comissão, deputado Walter Pinheiro (PT-BA), a audiência pública será uma oportunidade para diminuir o ambiente de incerteza e insegurança no que diz respeito ao arcabouço legal sobre a propaganda eleitoral via internet.

Para o autor do requerimento que motivou o debate, deputado Julio Semeghini (PSDB-SP), a opinião de especialistas no assunto pode ajudar não apenas a entender melhor as regras que devem valer não só para as eleições que se aproximam mas também para o aperfeiçoamento da legislação sobre o tema.

Foram convidados para a audiência pública o corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Ari Pargendler; o diretor-presidente do IG, Caio Túlio Costa; o professor do Instituto de Ciência Política da UnB (Universidade de Brasília), David Fleischer; o presidente da Associação Brasileira de Consultores Políticos (Abcop), Carlos Manhanelli; e o advogado Fernando Neves, ex-ministro do TSE. A audiência está prevista para o dia 1º de julho, às 14h30, no plenário 13.

 

De olho no espelho e nas eleições, políticos se rendem à vaidade

G1

http://g1.globo.com/Noticias/Politica/0,,MUL266293-5601,00-DE+OLHO+NO+ESPELHO+E+NAS+ELEICOES+POLITICOS+SE+RENDEM+A+VAIDADE.html

19/01/08 - 15h42 - Atualizado em 22/01/08 - 08h4

De olho no espelho e nas eleições, políticos se rendem à vaidade
Clínicas de cirurgia plástica são procuradas por candidatos em busca de aspecto 'jovial'.
Políticos procuram corrigir 'papadas', aplicam botox e até pedem dicas de moda.
Maria Angélica Oliveira Do G1, em São Paulo

De olho no espelho e - por que não? - nos eleitores, políticos correm atrás de cirurgias plásticas, tratamentos estéticos, fazem dietas e encharcam a camisa de suor em exercícios físicos.

No pacote da vaidade de mulheres e homens do mundo político, entram 'lipos' para afinar a silhueta e retirar a 'papada', intervenções para eliminar as bolsas embaixo dos olhos, laser para o rosto, implantes de cabelo, aplicações de botox, várias idas ao cabeleireiro e renovação no guarda-roupa.

Na semana passada, o ex-ministro da Casa Civil e deputado cassado José Dirceu implantou 6,7 mil fios de cabelo. Ele fez a cirurgia por indicação do ministro das Relações Institucionais, José Múcio Monteiro, que passou pelo mesmo procedimento tempos atrás.

Um dos precursores do “movimento anticalvície” foi o senador Álvaro Dias (PSDB-PR), que há cerca de 20 anos fez o primeiro implante para cobrir as “entradas”.
Hoje, os cuidados do senador vão além da sala de cirurgia: protetor solar, creme “restaurador” e até duas horas de academia por dia.

“É visível que há uma preocupação (dos políticos) com a aparência, o que eu acho normal. É uma manifestação de respeito a quem o político representa”, diz.
Encontrar um político que assuma uma cirurgia plástica ou tratamento estético, no entanto, é coisa rara de se conseguir. Na maioria dos casos, a primeira exigência é feita antes mesmo da primeira ida ao consultório médico: discrição absoluta.

Cirurgia de madrugada
Algumas clínicas de cirurgia plástica oferecem entradas sigilosas para que políticos e famosos sequer cruzem com outros pacientes nas salas de espera.

“Às vezes, quando é uma pessoa muito, muito complicada, a gente opera até de madrugada. Já fiz isso algumas vezes, de operar às 4h da manhã”, conta o cirurgião plástico Alexandre Senra, que tem uma clínica em São Paulo.

Nos próximos dias, o médico fará cirurgias em cinco candidatos a prefeito. Eles não precisarão se preocupar em não serem vistos: na clínica de Senra, uma escada leva o paciente direto ao consultório.

Além de visitas pessoais à casa ou ao hotel onde o político está hospedado, o pós-operatório pode incluir procedimentos menos ortodoxos. “Como eles mudam, se sentem mais rejuvenescidos, mais jovens, também mudam o visual, o jeito de vestir e até pedem recomendação de personal stylist”, conta Senra, que recomenda aos pacientes sua grife preferida.

O cirurgião plástico Carlos Oscar Uebel, de Porto Alegre, diz que cerca de 5% de sua clientela são políticos. Em mais da metade dos casos, conta, o paciente opta por fazer um pacote, combinando, por exemplo, uma cirurgia de nariz com uma pequena lipo ou cirurgia no rosto com implante de cabelo.
“Você associa a face com a calvíce: puxa aquela pele atrás da orelha e tira o excesso. Esse couro cabeludo é utilizado para fazer as mudinhas dos fios e já se faz o implante ao mesmo tempo”, explica.
Segundo Uebel, a cirurgia para corrigir a calvície varia de R$ 8 mil a R$ 15 mil. A lipo pode custar desde R$ 6 mil a R$ 10 mil, dependendo do local do corpo. Já a cirurgia de face pode chegar a R$ 15 mil.

Transformação 'light'
A transformação pode até ser ampla – pele, cabelo, roupas -, mas não brusca. Tanto para pacientes quanto para médicos a regra é: quanto mais natural, melhor.

O cirurgião plástico Alexandre Senra diz que os políticos que o procuram querem estar mais joviais, com um "aspecto mais light".

"Operei recentemente um deputado federal na faixa dos 60 anos. Não posso colocar ele com uma cara de 20, mas eu posso deixar ele com 45 anos, 50, muito bem, com uma cara muito bem disposta”, diz Senra.

No vocabulário de um lado e de outro, as palavras mais usadas são corrigir, atenuar e suavizar.
“A pessoa que tem um desvio de septo e aproveita para corrigir o nariz, não tem nada demais. Se a pessoa tem rugas e quer dar uma atenuada, acho que é normal”, opina o 2º vice-presidente da Câmara dos Deputados, Inocêncio Oliveira (PR-PE). Ele não usou o exemplo à toa. Há alguns anos, “levantou” o nariz na seqüência de uma cirurgia de correção de desvio de septo.

Para Inocêncio, a boa aparência pode contribuir para garantir mais votos. “Tem efeito positivo em campanha e eu não critico. (...) O cara diz assim: 'ele não se preocupa nem com a vida dele, vai se preocupar com a nossa?'”, exemplifica o deputado, que diariamente faz uma hora de pilates e corre 45 minutos.

Pontinhos pretos
Na mesma linha, o consultor político Carlos Manhanelli diz que correções estéticas são importantes – mas apenas correções, frisa.
“Se a pessoa aparece muito na televisão, as olheiras serão sempre ressaltadas pela iluminação. Então o Serra, por exemplo, que tem umas olheiras bastante profundas, costuma usar um pancake, uma correção de maquiagem para se apresentar na TV, o que ameniza bastante o problema dele”, diz.

Manhanelli conta que já fez 220 campanhas. Entre muitos políticos querendo sair do branco total para o preto absoluto nos cabelos e aqueles que exageraram no photoshop, um candidato a deputado estadual foi quem mais deu trabalho para o consultor.

“Ele tirou aquela bolsa embaixo dos olhos e ficou com o olho preto durante três meses. Foi impossível fazer campanha com ele. Fez implante de cabelo e ficou aquela coisa ridícula, aquele monte de pontinho preto. Isso acaba desviando a atenção da pessoa. Você está conversando e ela está olhando pra sua careca, aquele monte de pontinho preto, não está prestando atenção no que você está falando”, relembra.

Escova recomendada
Passada a polêmica com o deputado federal Clodovil Hernandes (PR-SP), que chegou a chamá-la de feia durante uma discussão na Câmara no ano passado, a deputada federal Cida Diogo (PT-RJ) diz que não liga mais para a história e acha que o visual não é determinante no trabalho do político.

“Se eu estava mais gorda, menos gorda, mais bem arrumada, maquiada, coisas desse tipo, isso nunca interferiu no resultado eleitoral ou no processo de campanha”, diz. Mas confessa: tem vontade de fazer uma lipo no abdômen e passou a fazer escova no cabelo por recomendação de assessores.

Entre uma campanha e outra, Cida Diogo se divide entre dietas para perder peso. É que, para a deputada, as duas coisas estão estritamente relacionadas. Quanto mais perto das eleições, maior a ansiedade.

“Eu sempre brinco falando o seguinte: ou eu fico louca ou eu fico gorda. Então eu prefiro engordar porque depois eu perco peso. Com a ansiedade, o stress, o nervoso, eu como, como, como... O meu apetite vira um negócio enlouquecedor, eu não consigo saciar a fome”, conta a deputada, que chegou a engordar 13 quilos durante uma campanha.

 

AT THE HELM
http://www.hemisferio.org/al-eeuu/boletines/01/41/rel_10.pdf

Despite a corruption scandal in his party, Brazilians are set to reelect President Luiz Ignácio Lula
da Silva on Oct. 1.
The Christian Science Monitor
September 19, 2006

RIO DE JANEIRO – It is a sultry Friday night in Rio de Janeiro, and thousands of
Brazil's evangelical Protestants have come to this suburban plaza for a political rally.
The main attraction is Marcelo Crivella, a fervent pastor and candidate for Rio
governor. But President Luiz Inácio Lula da Silva is on stage with him sharing the
adulation, and with Brazil's Oct. 1 presidential election fast approaching, Lula looks
certain to remain in the spotlight for at least four more years.

Out in the plaza, Lula voters wave flags. Vera Lucia Andrade says she will vote for him
because he has helped Brazil's poor. Gilson Amorim says he will vote for him because
he has been a good president. And Fatima Gomes will vote for him because she can't
remember the names of any other candidates.

Taken together, those reasons explain why Lula appears set to be reelected, in spite of
a government that has been widely condemned for institutionalizing corruption and has
failing to keep most of its promises to radically change Brazil.

"I think that what this election tells us is that people think the government is on the right
track, even though there are still lots of problems," said Carlos Ranulfo de Melo, a
political scientist at the Minas Gerais Federal University and an author of two books
about Brazil's political parties. "People are not enthusiastic about their decision [to back
Lula], but no one wants to risk changing the government while it is doing OK."

With less than two weeks to go until voting, Lula is about 24 percentage points ahead
of his closest challenger, Geraldo Alckmin of the centrist Brazilian Social Democratic
Party. Some polls even show him winning the absolute majority that would help him
avoid a runoff election three weeks later.

Lula has won kudos for keeping the economy stable, but it has not grown as fast as
people had hoped. Brazil's 2.6-percent growth rate under Lula is about half the average
in South America. The main reason for his commanding lead in the polls, according to
both political analysts and ordinary voters, is that Lula has given generous handouts to
the country's poor.

Lula took the existing Bolsa Escola program that paid families a small stipend to keep
their children in school and expanded it to help poor families pay for food, gas, and
other necessities.

Today, more than 11 million families - about 45 million people - get money from the
program, according to statistics from the Social Development Ministry. The aid
guarantees survival for millions of people and is a key reason many are voting for Lula,
analysts say.

"The PT wouldn't have been proud of the Bolsa Familia 10 years ago because it's
paternalistic," says Timothy Power, a lecturer at Oxford University's Center for Brazilian
Studies. "But it is definitely going to win them the election. That and the fact that the
minimum wage has gone up by about 23 percent in real terms since 2003, which is
pretty incredible. The poor are much better off."

Overlooking corruption
Those handouts have encouraged the poor to overlook what many middle-class
Brazilians believe to be the shocking corruption of Lula's administration. Lula's
Workers' Party was implicated last year in a cash-for-votes scandal that, experts say,
institutionalized longstanding graft.

Mr. Amorim, like many of those who plan to vote for Lula, said that he believes Lula did
not know about the scandals that plagued his administration and led several senior
members of his party to resign. Lula has always denied knowing that his government
gave deputies cash for votes in Congress.

Others, however, say that they believed Lula was in on the scheme, but they were
willing to overlook it.
"I think that Lula knew," says Ms. Gomes. "He might not have participated, but he
knew. I'll still vote for him, though, because none of the other candidates have
convinced me they'll be any better."

Which other candidates?
Gomes, in fact, does not even know the names of the other candidates. The middleaged
shopkeeper refers to Lula's main rival as "that guy from São Paulo" and was
unable to recall his name.

Indeed, Alckmin's insipid campaign is another reason for Lula's big lead. Although few
people doubt his competency, Alckmin has failed to connect with voters outside São
Paulo, where he was governor.

Both men are running on similar platforms that propose political reform, economic
continuity, and increased investment in infrastructure and education. So voters are
deciding not on parties or policies but on personalities, say political analysts and
experts.

"The differences between the candidates are in style and values," says former
President Fernando Henrique Cardoso.
Alongside the charismatic Lula, Alckmin comes across as dull. Perhaps even more of a
problem was that he was always playing catch-up.

While Lula has been waging a reelection campaign since the day he took office,
Alckmin got going just a few months ago, says Carlos Manhanelli, the president of the
Brazilian Association of Political Consultants (Abcop).
"This election will be won because of what has been said and done over four years, not
during the campaign," says Mr. Manhanelli. "Lula's message has been coherent for a
long time. He speaks to the masses and says, 'I am like you.' He says to them: 'The
elite don't like me because I am like you.' He has also managed to protect himself from
all the accusations of corruption. None of them have stuck."

Experts also say that Lula has benefited from changes in electoral laws brought about
by recent campaign-finance scandals. Under the new rules, candidates are banned
from appearing on stage with pop stars. Such shows-cum-rallies were a staple of most
campaigns four years ago, and their disappearance has denied Alckmin a powerful tool
to boost his low name recognition.

In efforts to close the gap, Alckmin also formed powerful alliances that gave him
access to free radio and television time. Alckmin believed that having a weekly
allotment of 81 minutes, compared with Lula's 58, would help him close the gap.
But while that difference may have been key in past elections, the scandals have
diminished the importance of media campaigns this time around, experts say. An
Abcop study showed that 48 percent of people watched the ads and only 6 percent
admitted that they will change their vote because of them.

"Politicians have no credibility; it doesn't matter what they say because people don't
believe them," says Manhanelli. "Anyone who ran against Lula right now would not
beat him."

The fervent Protestants who turned up to see him in Bangu agree. They will vote for
Lula, but with a heavy heart, they say. Unlike four years ago, when he was swept to
power on a wave of optimism, the tide this time is one of cynicism and resignation.
"I'll vote for Lula, but if Alckmin wins then that's fine, too," says Rosangela Ribeiro, a
human-resources clerk. "This is a difficult country. We think we are going to turn a
corner and do something, and we never quite manage it."

 

The Christian Science Monitor
Brazil's Lula poised to earn four more years at the helm

http://www.csmonitor.com/2006/0919/p04s01-woam.html

Despite a corruption scandal in his party, Brazilians are set to reelect President Luiz Ignácio Lula da Silva on Oct. 1.

By Andrew Downie | Correspondent of The Christian Science Monitor

RIO DE JANEIRO –
It is a sultry Friday night in Rio de Janeiro, and thousands of Brazil's evangelical Protestants have come to this suburban plaza for a political rally.

The main attraction is Marcelo Crivella, a fervent pastor and candidate for Rio governor. But President Luiz Inácio Lula da Silva is on stage with him sharing the adulation, and with Brazil's Oct. 1 presidential election fast approaching, Lula looks certain to remain in the spotlight for at least four more years.

Out in the plaza, Lula voters wave flags. Vera Lucia Andrade says she will vote for him because he has helped Brazil's poor. Gilson Amorim says he will vote for him because he has been a good president. And Fatima Gomes will vote for him because she can't remember the names of any other candidates.

Taken together, those reasons explain why Lula appears set to be reelected, in spite of a government that has been widely condemned for institutionalizing corruption and has failing to keep most of its promises to radically change Brazil.

"I think that what this election tells us is that people think the government is on the right track, even though there are still lots of problems," said Carlos Ranulfo de Melo, a political scientist at the Minas Gerais Federal University and an author of two books about Brazil's political parties. "People are not enthusiastic about their decision [to back Lula], but no one wants to risk changing the government while it is doing OK."

With less than two weeks to go until voting, Lula is about 24 percentage points ahead of his closest challenger, Geraldo Alckmin of the centrist Brazilian Social Democratic Party. Some polls even show him winning the absolute majority that would help him avoid a runoff election three weeks later.

Lula has won kudos for keeping the economy stable, but it has not grown as fast as people had hoped. Brazil's 2.6-percent growth rate under Lula is about half the average in South America. The main reason for his commanding lead in the polls, according to both political analysts and ordinary voters, is that Lula has given generous handouts to the country's poor.

Lula took the existing Bolsa Escola program that paid families a small stipend to keep their children in school and expanded it to help poor families pay for food, gas, and other necessities.

Today, more than 11 million families - about 45 million people - get money from the program, according to statistics from the Social Development Ministry. The aid guarantees survival for millions of people and is a key reason many are voting for Lula, analysts say.

"The PT wouldn't have been proud of the Bolsa Familia 10 years ago because it's paternalistic," says Timothy Power, a lecturer at Oxford University's Center for Brazilian Studies. "But it is definitely going to win them the election. That and the fact that the minimum wage has gone up by about 23 percent in real terms since 2003, which is pretty incredible. The poor are much better off."

Overlooking corruption
Those handouts have encouraged the poor to overlook what many middle-class Brazilians believe to be the shocking corruption of Lula's administration. Lula's Workers' Party was implicated last year in a cash-for-votes scandal that, experts say, institutionalized longstanding graft.

Mr. Amorim, like many of those who plan to vote for Lula, said that he believes Lula did not know about the scandals that plagued his administration and led several senior members of his party to resign. Lula has always denied knowing that his government gave deputies cash for votes in Congress.

Others, however, say that they believed Lula was in on the scheme, but they were willing to overlook it.

"I think that Lula knew," says Ms. Gomes. "He might not have participated, but he knew. I'll still vote for him, though, because none of the other candidates have convinced me they'll be any better."

Which other candidates?
Gomes, in fact, does not even know the names of the other candidates. The middle-aged shopkeeper refers to Lula's main rival as "that guy from São Paulo" and was unable to recall his name.

Indeed, Alckmin's insipid campaign is another reason for Lula's big lead. Although few people doubt his competency, Alckmin has failed to connect with voters outside São Paulo, where he was governor.

Both men are running on similar platforms that propose political reform, economic continuity, and increased investment in infrastructure and education. So voters are deciding not on parties or policies but on personalities, say political analysts and experts.

"The differences between the candidates are in style and values," says former President Fernando Henrique Cardoso.

Alongside the charismatic Lula, Alckmin comes across as dull. Perhaps even more of a problem was that he was always playing catch-up.

While Lula has been waging a reelection campaign since the day he took office, Alckmin got going just a few months ago, says Carlos Manhanelli, the president of the Brazilian Association of Political Consultants (Abcop).

"This election will be won because of what has been said and done over four years, not during the campaign," says Mr. Manhanelli. "Lula's message has been coherent for a long time. He speaks to the masses and says, 'I am like you.' He says to them: 'The elite don't like me because I am like you.' He has also managed to protect himself from all the accusations of corruption. None of them have stuck."

Experts also say that Lula has benefited from changes in electoral laws brought about by recent campaign-finance scandals. Under the new rules, candidates are banned from appearing on stage with pop stars. Such shows-cum-rallies were a staple of most campaigns four years ago, and their disappearance has denied Alckmin a powerful tool to boost his low name recognition.

In efforts to close the gap, Alckmin also formed powerful alliances that gave him access to free radio and television time. Alckmin believed that having a weekly allotment of 81 minutes, compared with Lula's 58, would help him close the gap.

But while that difference may have been key in past elections, the scandals have diminished the importance of media campaigns this time around, experts say. An Abcop study showed that 48 percent of people watched the ads and only 6 percent admitted that they will change their vote because of them.

"Politicians have no credibility; it doesn't matter what they say because people don't believe them," says Manhanelli. "Anyone who ran against Lula right now would not beat him."

The fervent Protestants who turned up to see him in Bangu agree. They will vote for Lula, but with a heavy heart, they say. Unlike four years ago, when he was swept to power on a wave of optimism, the tide this time is one of cynicism and resignation.

"I'll vote for Lula, but if Alckmin wins then that's fine, too," says Rosangela Ribeiro, a human-resources clerk. "This is a difficult country. We think we are going to turn a corner and do something, and we never quite manage it."

 

Entrevista de Prof. Manhanelli al periódico" El Pais" Espanha lunes 11 de Julio de 2005 Pagina 09.

“Lula está blindado no sólo por los miembros de su partido, dispuestos a sacrificarse por él, sino también por la propria oposición, que le ha puesto por encima de toda sospecha” esplica Manhanelli.
“Sin Lula, el PT no puede ganar, es muy difícil. Aqui, el igual que ocurre en otros paises de América Latina no se vota al partido. Sino al persona.” assegura Manhanelli, quien apuesta a que a mandatário brasileño podrá recuperarse de los golpes de imagen propiciados durante esta semana conta su formación.
Lula tine previsto presentar-se a la reelección y en opinión de los expertos la clave del éxito estribará en mantener su credibilidad ante el electorado, algo garantizado a corto plazo – cuando los escándalos son más presentes en los medios de comunicación, ao menos por la oposición, que no le apunta directamente. “Y no lo hará porque le conviene mantener al PT fragil y al presidente pendiente de la crisis”, opinia Manhanelli.
La nueva dirección del PT, consiguió la victoria electoral en apenas 10 años, pero, según se está demonstrando, no supo administrar esa victória. El Experto en Mercadotecnica Política, Carlos Manhanelli, Tiene su propria teoria. “El problema del PT es que su escuela de Gobierno siempre a sido la oposición. Se ha preparado siempre para estar en la oposición y cuando llegó al poder no estaba preparado y, lo que se es peor, apartó a los militantes que sí estaban preparados. No tenían ni idea”.

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